quinta-feira, maio 17, 2018

Mulheres "oprimidas" pela Igreja?

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"Se você pode liderar um pais, declarar guerra ou escrever um livro, então você não é ''oprimida''. E a veneração da Igreja Católica por tantas mulheres históricas refutam as alegações de que a Igreja Católica é misógina. A maioria dessas mulheres foram apenas mães, isso significa que você não precisa ser uma guerreira feito Joana D'arc para ser uma grande mulher, ser mãe é glorificante e de longe não é opressor, Só há gloria na criação de seus filhos, a não ser que você ache que ficar com sua família e cuidar de seus próprios filhos seja opressivo demais pra você".

A Decadência da Universidade

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Por Fausto Zamboni




A universidade medieval estava “à altura do seu tempo”, pois reunia o saber mais alto, na época, direcionando-o para salvar do “naufrágio vital”; criando um cammin na selva oscura da vida, e não um simples ornamento, como é o que hoje chamamos “cultura geral”.

Tal função foi-se perdendo ao longo da história, para ceder lugar a atividades mais especializadas. O resultado é que o homem médio, diz Ortega, aquele que dirige a sociedade democrática nas suas diversas esferas, é inculto, conhecedor apenas do objeto da sua especialidade e ignorante em todo o resto; terá um comportamento deplorável em tudo que transcende a sua estrita esfera profissional.

A universidade se modificou profundamente no decorrer do último século, e não é possível entender a situação dos cursos de Letras sem o conhecimento destas transformações. Além da grande expansão, acompanhada de mudanças fundamentais na estrutura e nas finalidades, houve uma multiplicação dos cursos e das especialidades e a perda do senso de unidade. Vivemos numa época de fragmentação de todos os níveis da vida e a universidade – que agora é, frequentemente, chamada de multiversidade ou pluriversidade – está trocando o todo pelas partes, preocupando-se antes em capacitar especialistas e técnicos do que em educar. Toynbee (1975) via a especialização como algo desfavorável, porque a educação necessita de um conceito integral de realidade: para governar o mundo e a própria vida não se requer um saber especializado, mas o mais abrangente possível.

Predomina uma nova figura – o especialista 89 – que não se confunde com as antigas categorias dos sábios e ignorantes. É, como diz Ortega y Gasset (2002, p. 183), “um sábio ignorante [...] que se comportará em todas as questões que ignora, não como um ignorante, mas com toda a petulância de quem na sua questão especial é um sábio”. Nos problemas mais decisivos, que se relacionam ao sentido da vida, como a política, a arte e a religião, “tomará posições de primitivo, e ignorantíssimo; mas as tomará com energia e suficiência, sem admitir – e isto é o paradoxal – especialistas dessas coisas” (ORTEGA y GASSET, 2002, p. 184).

No lugar do antigo predomínio da filosofia e da teologia, que davam uma forma organizada e hierárquica ao conjunto do conhecimento, houve uma multiplicação de ciências emancipadas do controle unificador da filosofia. O resultado, como notou o professor Clarck Kerr (1963), é que a universidade se tornou um conjunto heterogêneo de instituições vagamente relacionadas com a educação superior, mas unidas por problemas comuns de estacionamento.

Na falta de clareza quanto aos objetivos, diversidade tornou-se a palavra mágica que justifica a variedade desordenada. Não que a diversidade, em si, seja um mal; pelo contrário, a possibilidade de escolha é desejável, mas quando a diversidade torna-se um fim em si mesmo, é porque ninguém acredita seriamente no valor de nenhuma das alternativas. O que temos, nesse caso, é uma profunda descrença na possibilidade de conhecer a verdade, que se traduz numa tolerância a diversos modelos igualmente duvidosos. Seria mais correto, então, dizer que se trata de conformismo, pois “a única diversidade verdadeira vem da diferença de princípios sobre os fins últimos — reflexão séria e convicção sobre, por exemplo, se a salvação, a sabedoria ou a glória é o melhor” (BLOOM, 1990, p. 375).

Enquanto as antigas universidades apresentavam uma visão dos objetivos da vida, visando formar o homem devoto, sábio ou prudente, os estudos atuais evitam tratar seriamente as questões mais importantes: quando falam dos grandes temas — como o sentido da vida —, os professores falam como homens privados, diletantes, sem qualquer conexão com o assunto de suas especialidades (BLOOM, 1990).

Não há uma visão que unifique a grande diferença de métodos e concepções do mundo entre as humanidades e as áreas técnicas, que “não têm nenhuma ligação vital, e sua relação, tensa, se dá mais na área administrativa” (BLOOM, 1990, p. 362). O ensino de cultura geral, segundo Carpeaux (1999, p. 217-8), é uma das questões mais graves da vida espiritual da nossa época. Limitada apenas ao ensino secundário, numa época de pouca maturidade do aluno, é uma cultura puerilizada, adaptada à sua faixa etária. Depois, no ensino superior, justamente no momento em que chegam à maturidade, há apenas conhecimento especializado. O contato com a literatura, a história e a filosofia se dará apenas através da mídia: toda a cultura desse homem será, então, puerilizada ou massificada90.

São esses homens, adestrados na sua especialidade e infantis em todo o resto, que ditarão a opinião média na sociedade, ocupando os espaços e opinando sobre tudo, “com a autoridade que o grau acadêmico lhe confere [...] Esta catástrofe irrompe sob o signo do progresso91” (CARPEAUX, 1999, p. 217-8).

Ao abandonar a sua missão original, a universidade, privilegiando mais a especialização do que a síntese do conhecimento, provocou um sentimento de insegurança nos intelectuais, especialmente nas humanidades, que requerem uma visão abrangente. Para defender-se dessa sensação de precariedade, os professores tratam como inexistente ou irrelevante a unidade do conhecimento.

Como resultado, proliferam trabalhos especializados sobre assuntos os mais diversos, importantes e secundários, mas falta um elemento imprescindível, que é a capacidade de síntese, que agora só se produz por acaso. A ciência precisa, diz Ortega y Gasset (2002, p. 185), “de tempo em tempo, como orgânica regulação de seu próprio incremento, um trabalho de reconstituição, e [...] isso requer um esforço de unificação, cada vez mais difícil, que cada vez complica regiões mais vastas do saber total”.

Não se trata, como observa Gusdorf (1970, p. 282), de produzir algo como uma enciclopédia no sentido moderno, uma organização quantitativa do conhecimento, sem unidade orgânica, “um gigantismo que ultrapassa em muito a medida humana”. Enkiklos  para os gregos, é a forma circular, símbolo da perfeição, à qual tende a síntese vital dos conhecimentos.

Para Allan Bloom, essa crise é resultado de "...uma incoerência e incompatibilidade entre os primeiros princípios com os quais interpretamos o mundo, uma crise intelectual da maior magnitude, que corresponde à crise da nossa civilização. [...] a crise consiste [...] à nossa incapacidade em discuti-la ou mesmo reconhecê-la. A educação liberal floresceu quando preparou o caminho para a discussão de uma visão unificada da natureza e do lugar do homem dentro dela, que os melhores espíritos debateram ao mais alto nível. Entrou em decadência quando o que ficava para além dela eram apenas especialidades, cujas premissas não levam a nenhuma visão global. O mais elevado é o intelecto parcial: não há sinopses." (BLOOM, 2001, p. 294).

Notas:

89  Sobre a fé excessiva na especialização, Maritain (1968, p. 48) nos alerta que “se nos lembrarmos que o animal é um especialista perfeito, fixando-se toda sua capacidade de aprender numa determinada tarefa a ser executada, concluiremos que um programa de educação que visasse apenas formar especialistas [...] teria como resultado, verdadeiramente falando, a animalização progressiva da mente humana [...] o culto excessivo da especialização desumaniza a vida do homem”.

90 Carpeaux acreditava que a preparação profissional deveria caber ao ensino secundário, para que as universidades pudessem dedicar-se à cultura superior.

91 Carpeaux escreve, contudo, numa época em que o ensino secundário proporcionava a leitura dos clássicos da literatura e a aquisição de pelo menos uma língua clássica. Hoje, o homem médio é desprovido até da cultura puerilizada; é apenas pueril e inculto.



(Extraído da Tese de Fausto Zamboni: Literatura, Ensino e Educação Liberal, p. 90 a 93. Disponível aqui:



domingo, maio 13, 2018

Comentários Eleison: Sonhos Piedosos - I

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Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DLXV (565) (12 de maio de 2018)




SONHOS PIEDOSOS – I


Pobre Menzingen perdida em seus sonhos piedosos.
A gentileza neomodernista não é o que parece.


Em junho do ano passado um confrade na França escreveu um bom artigo sobre se a Fraternidade Sacerdotal São Pio X deveria ou não obter das autoridades da Igreja em Roma um status canônico que protegeria os interesses da própria Fraternidade. Obviamente, o quartel general desta em Menzingen, na Suíça, acredita que obterá tal status, e se o atual Superior Geral for reeleito para um terceiro mandato em julho, esse é o objetivo que a Fraternidade continuará a perseguir. No entanto, é bastante menos óbvio que esse objetivo deva ser perseguido. Um argumento de oito páginas inteiras de Ocampo nº 127 de junho de 2017 está resumido abaixo em uma única página.

A posição do artigo é a de que a Fraternidade não pode de modo nenhum colocar-se sob as poderosas autoridades da Igreja imbuídas dos princípios da Revolução Francesa tal como incorporados no Vaticano II, porque são os Superiores que moldam os assuntos, e não o contrário. Dom Lefebvre fundou a Fraternidade para resistir à traição da fé católica pelo Vaticano II. Ao submeter-se aos conciliaristas, a Fraternidade estaria unindo-se aos traidores da Fé.

As autoridades da Igreja são os bispos diocesanos e o Papa. Quanto aos bispos, aqueles francamente hostis à Fraternidade podem ser menos perigosos do que aqueles que podem ser amigáveis, mas não entendem as exigências absolutas da Tradição Católica, que não são apenas exigências da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Quanto ao Papa, se suas palavras e ações o mostram trabalhando contra a Tradição Católica, a qual é seu dever defender, então os católicos têm o direito e o dever de protegerem-se a si mesmos tanto contra o modo pelo qual ele está abusando de sua autoridade, como contra a própria necessidade inata deles de seguir e obedecer à autoridade católica. Ora, em teoria, um Papa conciliar pode prometer uma proteção especial para a Tradição da Fraternidade, mas na prática ele deve, por suas próprias convicções, esforçar-se para que a Fraternidade reconheça o Concílio e abandone a Tradição. Dada então sua grande autoridade como Papa para impor sua vontade, a Fraternidade deve manter-se fora de seu caminho.

A experiência mostra que os tradicionalistas que se incorporam à Roma conciliar podem começar simplesmente guardando silêncio sobre os erros conciliares, mas geralmente acabam por aceitar esses erros. O acordo inicial para ficarem silenciosos é, no final das contas, fatal para sua profissão de fé. E pelo declínio natural de um compromisso a outro, eles podem até acabar perdendo a Fé. Foi a Fé que fez o Arcebispo Lefebvre dizer que, a menos que os romanos conciliares voltem à doutrina das grandes encíclicas papais antiliberais – o que eles não fizeram desde o seu tempo e não estão prestes a fazer no momento –, um diálogo maior entre os romanos e os tradicionalistas é inútil, e – ele poderia ter acrescentado – positivamente perigoso para a Fé.

O artigo também lista oito objeções a essa posição, apresentadas aqui em itálico com as mais breves das respostas:

1 Com a Prelazia Pessoal, Roma oferece à Fraternidade uma proteção especial. Proteção dos bispos diocesanos, talvez, mas não da autoridade suprema do Papa na Igreja.  2 As exigências de Roma para o acordo vêm diminuindo. Somente porque as concessões à cooperação prática são mais eficazes para obter a submissão dos católicos, como bem sabem os comunistas. 3 A Fraternidade insiste em ser aceita por Roma “tal como somos”, isto é, Tradicional. Para os Romanos, isso significa “como vocês serão, uma vez que a cooperação prática tenha feito vocês verem como somos bons”. 4 Assim, a Fraternidade continuará a atacar os erros do Concílio. Nada há de mudar. Roma pode em seu tempo insistir em mudanças cada vez maiores. 5 Mas o Papa Francisco gosta da Fraternidade!  Tanto quanto o grande Lobo Mau gostava de Chapeuzinho Vermelho! 6 A Fraternidade é virtuosa demais para deixar-se enganar por Roma. Tola ilusão! O próprio Arcebispo foi inicialmente enganado pelo Protocolo de 5 de maio de 1988. 7 Várias comunidades tradicionais incorporaram-se à Roma sem perder a verdadeira Missa. Mas várias delas passaram a defender erros importantes do Concílio. 8 O Papa Francisco como pessoa está no erro, mas sua função é sagrada. Reconhecer a sacralidade de sua função não pode-me obrigar a seguir seus erros pessoais, isto é, o mau uso de sua função. A verdadeira Fé está acima do Papa.

   
Kyrie eleison.

       *Traduzido por Cristoph Klug.

sexta-feira, maio 11, 2018

A educação é possível tanto na escola como fora dela

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Antes do texto de Zamboni, faço um comentário:

Se nós tivéssemos um estado católico de fato, a história seria outra. Cristo deve reinar em toda a Sociedade, e as liberdades individuais só podem existir de fato sob a luz da Igreja, das Leis de Deus: liberdade para escolher o Bom, o Belo e o Verdadeiro.

Tenham em mente estas palavras ao lerem o texto abaixo.

Para saber mais sobre a escola moderna (e como ela é diferente da escola fundada pela Igreja), leia este post de meu blog sobre educação domiciliar:
Homeschooling, Escolas, Católicos, Protestantes


Trecho do Ensaio de Zamboni:


(...) nem sempre os “direitos” nominalmente adquiridos – como é o caso da obrigatoriedade escolar – são uma garantia de mais liberdade individual nem de maior participação democrática. O pressuposto da maioria das reformas educacionais é que um pequeno grupo de pessoas sabe o que é o melhor para o restante da população, e pode usar a força para distribuir seus benefícios.

A escola geralmente foi implantada desde cima, e em alguns casos até contra a vontade da população “beneficiada”. Frequentemente, foi usada como veículo de doutrinação religiosa e política, em regimes democráticos e autoritários, e como preparação de mão-de obra qualificada para a indústria. Seja nas democracias, seja em regimes tirânicos, a escolarização universal mostra um afã de uniformizar, suprimir diferenças e vozes discordantes; enfim, tende a um controle total, chegando até ao desejo de moldar a mente e o comportamento dos cidadãos.

O que vemos, na Europa, Estados Unidos e Brasil, é um percurso crescente rumo à centralização e diminuição das liberdades no campo educacional. Se a educação é concebida em termos econômicos, como alavanca para o desenvolvimento e redução da pobreza, então se trata de um caminho coerente84. O Estado, nesse caso, tem o dever de buscar a solução mais eficaz: educação compulsória, progressão continuada etc. A liberdade humana e as exigências intelectuais, então, são consideradas menos importantes que a prosperidade; o homem é uma peça na engrenagem social concebida pelo homo economicus85. Se o Estado, porém, sob o pretexto de cuidar do bem-estar social, usa a instrução para tornar-se demasiado forte e eficiente, acaba por transformar os cidadãos em fracos, dependentes e manipulados.

A economia, contudo, não é a medida de todas as coisas, e as tentativas dos governos de erradicar o analfabetismo e a pobreza não devem suprimir as liberdades individuais, especialmente na esfera educativa. Devemos reafirmar, como Isaiah Berlin (2005, p. 300), “uma rejeição violenta da noção de que os homens devem ser fabricados como tijolos para as estruturas sociais projetadas ou para o benefício de algum grupo ou líder privilegiado”.

Apesar de tudo, a confiança no potencial da escola e na capacidade do Estado de conduzir a instrução não foram abaladas, mas, pelo contrário, são consideradas inquestionáveis, lançando ao descrédito a simples possibilidade de contestá-las. Soa estranha a reivindicação das escolas, ou mesmo dos pais, de adotar modelos educativos próprios, sem interferência da regulamentação estatal. No entanto, o fato é que a Educação, até há pouco tempo, gozava de autonomia em relação ao poder político.

Não precisamos endossar a descrença absoluta na instituição escolar; ela é produto de uma época que viu a desfiguração das escolas e a sua instrumentalização para fins políticos. Muitos dos críticos da escola não conseguiram resultados positivos dignos de nota, com suas propostas alternativas. Sobretudo, não devemos decair na crença de que a criança, deixada livre para aprender, poderá adquirir uma educação formal por conta própria, com facilidade. A educação formal pressupõe o uso de professores ou livros que a oriente, mesmo no caso da educação em casa.

A educação é possível tanto na escola como fora dela. A história mostra que é possível a existência de escolas de alto nível: os jesuítas, durante alguns séculos, deram, dentro de edifícios escolares, uma educação de qualidade à elite intelectual europeia. Sócrates, porém, ensinava em qualquer lugar e ocasião que se lhe apresentasse; o filósofo Santo Alberto Magno lecionava em praça pública. Isso mostra como a total falta de infraestrutura e de recursos financeiros não é impedimento para uma boa educação, e que esta não se confunde com o aparato material criado para apoiá-la.

Notas:

84 A educação é vista sob a lógica da relação custo-benefício, um investimento financeiro em vista do retorno, como podemos ver nesta declaração do Banco Mundial, o maior financiador da educação primária em todo o mundo: “a educação é a pedra angular do crescimento econômico e do desenvolvimento social e um dos principais meios para melhorar o bem-estar dos indivíduos. Ela aumenta a capacidade produtiva das sociedades e suas instituições políticas, econômicas e científicas e contribui para reduzir a pobreza, acrescentando o valor a eficiência ao trabalho dos pobres...” (apud TORRES, 1996, p. 131). Estão ali ausentes os aspectos não quantificáveis, que constituem, talvez, a parte mais importante da educação.

(Extraído da Tese de Fausto Zamboni: Literatura, Ensino e Educação Liberal, p. 79, 80. Disponível aqui:



quinta-feira, maio 10, 2018

Ajude a construir a Capela de Anagé!

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Os fiéis católicos do grupo Santo Aquino, da cidade de Anagé-BA, desejosos de construir mais uma capela para a Resistência e para suas atividades materiais e espirituais, desejam também de vossa caridade e generosidade uma importante ajuda nesta grande obra - a ajuda financeira para a compra dos materiais; ajude-nos, faça uma doação, contribua você também para uma obra que busca a maior glória de Deus e bem das almas.

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