terça-feira, setembro 19, 2017

Comentários Eleison: Verdade Histórica - I

Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXXXI (531) (17 de setembro de 2017)


VERDADE HISTÓRICA – I


A verdade deve ser amada, mas depois pela razão reconhecida,
E então, a tempo e fora de tempo, deve ser defendida.

A Escritura diz (2 Tess. 2, 9-10 da tradução da Vulgata pelo Pe. Matos Soares) que a vinda do Anticristo "é por obra de Satanás... e com todas as seduções da iniquidade para aqueles que se perdem, porque (por sua culpa) não abraçaram o amor da verdade para serem salvos. Por isso Deus lhes enviará o artifício do erro, de tal modo que creiam na mentira, para que sejam condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas se comprazeram na iniquidade”. Cada palavra precisa ser pesada.

Para o fim do mundo, do qual seguramente se pode dizer que deve incluir o século XXI, o malvado Anticristo enganará as almas que se dirigem para o Inferno, e elas estão indo para o Inferno porque não aceitam o amor da verdade como o aceitariam se se dirigissem para o céu. Porque elas não amaram a verdade, Deus as punirá com a operação do erro, com o resultado de que elas acreditarão em uma série de mentiras. Deste modo, todos os que atrairão o juízo sobre si mesmos, em vez de amarem, buscar, encontrar a verdade e crer nela, concordaram em participar do mundo perverso de mentiras fabricado pelo Anticristo e por seus agentes (que podem ser chamados de "anticristos" com "a" minúsculo), para povoar o inferno.

Observem como a condenação generalizada dos últimos tempos não começa com a recusa da verdade, mas com a recusa do amor à verdade. No mundo de mentiras fabricado pelos políticos e meios de comunicação de hoje, uma "operação de erro", como nunca antes, é tal que eu posso percebê-la como se nem sequer houvesse verdade por recusar, mas se eu me recuso a desesperar e se com um coração reto eu faço uma busca a essa verdade que eu sei não estar ao meu redor, Deus se assegurará de que eu a encontre (Mt. 7, 7-8). Por outro lado, se eu conheço uma verdade importante e a desconsidero, Deus não estará comigo. A seguir, um exemplo que poderia vir hoje de qualquer lugar do mundo ocidental.

Faleceu recentemente um advogado francês, Bernard Jouanneau, quem durante anos serviu à LICRA para processar nos tribunais franceses o professor Robert Faurisson por negar a verdade histórica das câmaras de gás da Segunda Guerra Mundial, pelas quais se considera de maneira generalizada que perderam a vida seis milhões de judeus (LICRA é a Liga contra o Racismo e o Antissemitismo que processou Dom Lefebvre por atrever-se, no final da década de 1980, a sugerir que os muçulmanos retornassem aos seus próprios países). Em uma entrevista concedida ao jornal católico francês "La Croix" de 23 de setembro de 1987, Jouanneau disse: "Se as câmaras de gás existiram, então a barbaridade dos nazistas foi inigualável. Se não existiram, então os judeus mentiram, e o antissemitismo estaria justificado. É isto o que está em jogo no debate das câmaras de gás".

A avaliação de Jouanneau é completamente correta, exceto pelo fato de que o que está em jogo é muito mais do que somente a política, pois a "holocaustianidade" é a coisa mais próxima de uma religião que muitas almas têm hoje. Auschwitz substitui o Calvário, as câmaras de gás servem de Cruz, e os Seis Milhões de judeus tomam o lugar do Redentor; em outras palavras, são Deus. E essa "holocaustianidade" é a coisa mais próxima de uma religião de Estado de muitos Estados modernos ocidentais. Portanto, seria de esperar que Estados e indivíduos modernos se interessassem seriamente pela verdade das câmaras de gás, que são o coração da "holocaustianidade". Mas o que se encontra? Um grande número desses Estados tem aprovado leis para proibir o questionamento da versão oficial das câmaras de gás. Mas desde quando leis fazem ou desfazem a verdade? Tais leis põem a própria lei em descrédito!

Aqui está uma tremenda falta de amor pela verdade e uma correspondente falta de verdade. E, com certeza, é uma "operação de erro" que nos assedia atualmente, graças à grande mídia vil. No entanto, quem ama a verdade precisa passar apenas algumas horas na internet, para que seja abalada até mesmo a fé mais emotiva nas câmaras de gás. Não é de admirar que os “licranos” e seus semelhantes estejam fazendo tudo o que podem para censurar a Internet, mas com todos os seus perigos ela continua a ser um ativo por ser vigorosamente defendido, pelo menos até e se os “licranos” conseguirem controlá-lo.


Kyrie eleison.

Livro maravilhoso sobre a Pequena Via de Santa Teresinha



Trata-se de uma via que, ainda que decerto não possibilite que todos alcancem as alturas a que Deus conduziu Teresa, é não apenas viável, mas fácil para qualquer um. Como observa Santo Agostinho, nem todo mundo pode pregar e fazer grandes obras. Mas quem não é capaz de rezar humilde e amorosamente?
 
S.S. Pio XI
 


Bons livros são companhias maravilhosas, que nos ensinam muito. E este livro é maravilhoso! Quando li, fiquei encantada pela simplicidade e sabedoria desta pequena Grande Santa. Foi traduzido pelo meu esposo, Rafael Sampaio.

Nós dizemos que este livro é um manual de santidade. Para ler e reler, e aprender muito com a Pequena Via de Santa Teresinha. Leia! É belíssimo.

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terça-feira, setembro 12, 2017

As obras musicais prediletas de Carlos Nougué

Por Carlos Nougué


Uma vez mais, por favor: sem discussão; e uma vez mais se trata de lista sem ordem precisa e quase sem explicações. 
Observação: a música litúrgica é para ser ouvida nas igrejas, nas missas. Não pode reduzir-se a um divertimento doméstico. É música consagrada. Inversamente, a música profana, ainda a religiosa não litúrgica, não deveria entrar nas igrejas.
 – Em tempo: sempre posso ter esquecido algo na lista, que por isso sempre pode ser acrescentada.

1) Toda a música litúrgica dos ritos bizantinos ou orientais.
2) Todos os cantos planos (ou cantochões, ou gregorianos) tradicionais.
3) Toda a obra de Palestrina, tanto a polifônica litúrgica como seus "Madrigais Espirituais".
4) A obra litúrgica de Lassus.
5) As “Vésperas da Virgem” de Monteverdi e sua “Missa in illo tempore” (polifônica e litúrgica).
6) O “Te Deum”, o “Magnificat” e a “Messe per l’Assomption” de Marc-Antoine Charpentier.
7) Todas as peças fúnebres de Henry Purcell.
8) O “Stabat Mater” e o “Salve Regina” de Pergolesi.
9) O “Crucifixus” e o “Magnificat” de Antonio Lotti.
10) “Estro poético-armonico”, de Benedeto Marcello.
11) “Concerto in re min. per oboe e archi”, de Benedetto Marcello.
12) Os 12 “Concerti Grossi” de Arcangelo Corelli.
13) O “Estro armonico” de Antonio Vivaldi.
14) A “Messe pour les convents”, a “Messe pour les paroisses”, as “Leçons de Ténèbres” e as “Pièces pour le clavecin” de François Couperin.
15) Toda a obra religiosa (não litúrgica) de Michel-Richard Delalande.
16) As “Pièces pour le clavecin” de Rameau.
17) Quase todos os Oratórios de Händel, além de muitas de suas peças religiosas, de seus “Concertos Grossos”, de seus “Concertos para Órgão e Orquestra” e de suas peças para cravo.
18) Os “Ricercari” e os Livros de Tocatas de Frescobaldi.
19) Toda a obra litúrgica e quase toda a obra restante de William Byrd.
20) Toda a imensa obra de Johann Sebastian Bach (com a ressalva de que algumas das letras de suas Cantatas e de outras formas de música religiosa ou são heréticas ou, digamos, “heretizantes”), com destaque (fosse possível) para a "Missa [católica] em Si menor". É o maior gênio musical de todos os tempos.
21) Os “Quartetos op. 33” e muitos outros de Haydn, além de muita outra música sua: quase todas as “Sinfonias londrinas”, o sublime “As Sete Palavras de Cristo na Cruz” e o “Stabat Mater”, algumas poucas Missas, suas numerosas “Sonatas para piano”, seus belíssimos “Trios para piano” e seus “Quintetos”, o “Concerto para Violoncelo e Orquestra em Si bemol maior”.
22) Toda a obra religiosa exponencial do brasileiro (mineiro) José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita.
23) Toda a produção religiosa do Pe. José Maurício Nunes Garcia, especialmente a anterior à chegada de Marcos de Portugal à corte de D. João VI.
24) As óperas “Alceste” e “Orfeo ed Euridice”, de Gluck.
25) O “Requiem”, a “Grande Missa em Dó menor” e o “Ave Verum Corpus” de Wolfgang Amadeus Mozart, além de muita outra música sua: boa parte das “Sonatas para Piano”, as últimas 16 Sinfonias, os “Concertos para Violino e Orquestra”, os insuperáveis “Concertos para Piano e Orquestra”, muitos de seus “Quartetos”, o “Concerto para Oboé em Dó maior”, etc., excluídas especialmente as óperas (naturalmente, de grande competência musical, mas ou maçônicas ou eróticas).
26) A “Missa solemnis” e os “Concertos para Piano e Orquestra” de Beethoven, além de sua grande contribuição técnica para o desenvolvimento da forma sinfônica.
27) A “Oitava” e a “Nona Sinfonia” de Franz Schubert, além de suas Missas, de muitíssimas de suas peças de câmara (Trios, Quartetos, Quintetos), de algumas de suas sonatas e de muitos de seus Lieder (com a ressalva de que não raro suas letras são românticas, demasiado românticas...).
28) Os “Noturnos” de Chopin.
29) O “Stabat Mater”, o “Requiem” e as Missas de Antonín Dvořák, todos magistrais, além de sua “Sinfonia n. 9”, de suas “Danças Eslavas”, do “Quinteto para Piano e Cordas em Lá maior” e do “Trio para Piano e Cordas em Mi menor”.
30) O admirável oratório “Christus” de Liszt, além de outras peças religiosas, de seus "Années de Pèlerinage" e de muitas de suas transcrições para piano.
31) As “Sinfonias 2, 3 e 4” (especialmente a 2) de Brahms, além de suas “Variações sobre um Tema de Haydn, op. 56”, de suas “Variações Händel op. 24” e de suas “Variações sobre um Tema de Paganini op. 35”.
32) As “Vésperas” de Rachmaninov.
33) Os oratórios “Paulus” e “Elijah” de Felix Mendelssohn.
34) Toda a obra de Anton Bruckner, tanto a religiosa como a sinfônica. Se Bach foi o maior gênio musical de todos os tempos, as 9 Sinfonias de Bruckner são o ápice mesmo da música orquestral.
35) A “Segunda”, a “Terceira” e a “Quarta Sinfonia” de Mahler.
36) As 3 Sinfonias e o “Requiem” de Richard Wetz.
37) As 4 Sinfonias, o exponencial “O Livro dos Sete Selos” e alguma música de câmara de Franz Schmidt.
38) A “Primeira” e a “Segunda Sinfonia” de Egon Wellesz.
39) As 6 Sinfonias de Erkki Melartin.
40) A “Terceira”, a “Sétima” e a “Oitava Sinfonia” de Einojuhani Rautavaara.
41) Os oratórios “Alexandre Nevski” e “Ivã, o Terrível”, de Prokofiev, além da “Dança dos Cavaleiros”, de seu balé “Romeu e Julieta”.
42) A “Valsa n. 2” e o “Prelúdio para Dois Violoncelos” de Shostakovich.
44) “Koyaanisqatsi”, “Mishima” e “Concerto Fantasia para Tímpanos”, de Philip Glass.
45) Os organísticos “Six Pièces”, “Trois Pièces” e “Trois Chorals” de César Franck, além da “Messe solennelle op.12”, da estupenda “Sinfonia em Ré menor”, do “Quarteto para Cordas em Ré maior”, do inspiradíssimo “Prélude, Chorale et Fugue”, do “Prélude, Fugue et Variation”, da “Sonata para Violino e Piano em Lá maior”, e de algumas outras.
46) O “Requiem” de Fauré, além de “Cântico a Jean Racine”, de “Après un Rêve” e de sua “Pavane”.
46) As 10 “Symphonies pour orgue”, “Bach’s Memento”, a “Suite Latine” e as “Trois Nouvelles Pièces op. 87” de Charles-Marie Widor.
47) Quase toda a obra de Arvo Pärt depois de 1971, muito especialmente suas peças corais.
48) A música para cinema de Miklós Rózsa e de Bernard Herrmann.
49) Toda a obra (sempre litúrgica) de Tomás Luis de Victoria.
50) As "Valsas de Esquina" e os "Choros" de Francisco Mignone.
51) Os "Prelúdios para Violão" e as "Bachianas" de Heitor Villa-Lobos.
52) Quase toda a admirável obra religiosa de Jan Dismas Zelenka.

Reencarnação: um termo inventado pelos socialistas



"Reencarnação" é um termo inventado pelos socialistas no século XIX. Charles Fourier, o pai do socialismo utópico, acreditava em reencarnação e no evolucionismo progressista, idéias que andavam soltas na época e que influenciaram Kardec. Os conceitos de metensomatose, metempsicose e transmigração - que são estudados no Hinduísmo, no Budismo e na Metafísica Oriental - foram misturados e acrescentados ao progressismo evolucionista, e daí surgiu a ideia de reencarnação como é colocada entre os modernos. Os antigos não a conheciam dessa forma. Isso é novo, é do século XIX, faz parte do espírito revolucionário.


A reencarnação não explica as coisas. Nunca vai explicar a injustiça; esse mundo é injusto devido a queda do homem. Se você acreditar na reencarnação vai chegar uma hora que vai bater num muro, como aconteceu comigo. Afinal de contas porque houve um primeiro assassinato no inicio de tudo? Aquele que foi morto era inocente e foi vitima porque? Foi vitima por causa do mal, e não por causa do carma, já que era a "primeira vida" dele. Se a explicação primeira é essa, não há sentido para imputar um evolucionismo reencarnacionista ao resto.

segunda-feira, setembro 11, 2017

Comentários Eleison: Aliado benevolente? - II

Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXXX (530) (09 de setembro de 2017)


ALIADO BENEVOLENTE? – II


Vossa Excelência, leia, e o senhor descobrirá,
Como os vilões têm uma influência completamente vil!


Quando, no ano passado, o bispo Athanasius Schneider de Astana, no Cazaquistão, em entrevista ao Adelante la Fe, expressou muitas opiniões em concordância com a Tradição Católica e com as posições tomadas por Dom Lefebvre, estes “Comentários” (498, 17 de janeiro de 2017) perguntaram se ele seria um verdadeiro aliado da Fraternidade do Arcebispo.

Em julho deste ano, ele autorizou a publicação de um artigo em que expressa suas opiniões ainda mais católicas e em que favorece a Tradição. Não sendo antes um verdadeiro aliado, ele o teria se tornado? Para responder à pergunta, é preciso fazer uma distinção: subjetivamente, seu coração está no lugar certo, porque ele quer salvar as almas pela aplicação fiel da Tradição imutável; mas, objetivamente, sua mente ainda não compreendeu o suficiente, porque ele ainda pensa, ou diz que pensa, que a intenção original do Vaticano II não era a de criar uma nova Igreja. Mas, Vossa Excelência, Nosso Senhor disse que por seus frutos o senhor os conhecerá. E quais os frutos do Vaticano II? A Neoigreja!

Assim, muito do que Dom Schneider diz dessa vez sobre a Tradição Católica é a doutrina católica, inteiramente verdadeira. Por exemplo (parágrafo 6), a Tradição é o critério pelo qual julgar todas as doutrinas posteriores, e (8), em caso de dúvida levantada por ambiguidade ou por novidade, a Tradição tem a prioridade. Há ambiguidades e novidades do Vaticano II que se chocam com a Tradição (10), e a “Hermenêutica da Continuidade” é insuficiente para resolver o choque.  Infelizmente (19), durante cinquenta anos uma Nomenklatura (burocracia de estilo comunista) dentro da Igreja usou as ambiguidades do Vaticano II para distorcer a intenção original do Concílio e criar uma nova igreja, de tipo relativista e protestante. Chega hoje ao ápice (20) o uso das ambiguidades objetivas do Concílio e seus desvios da Tradição para bloquear toda discussão, declarando que estas são “infalíveis”. Mas esta “infalibilização” do Concílio deve ser interrompida (22), e dar lugar à discussão teológica gratuita e aberta, para a qual (24) uma FSSPX reconhecida canonicamente poderia dar uma valiosa contribuição. A verdadeira doutrina é verdadeiramente pastoral, e, segundo a vontade de Deus, ela somente salva as almas. Esse é, até agora, o último artigo do Bispo.

Mas, Sua Excelência, o que faz com que o senhor tenha tanta certeza de que a intenção original do Concílio não era a de criar uma Neoigreja neoprotestante? O senhor acha que as ambiguidades não foram deliberadas? O senhor não leu, por exemplo, como o Pe. Schillebeeckx admitiu que elas foram plantadas como bombas-relógio, para serem detonadas após o Concílio? Talvez muitos Padres do Concílio possam ter dito após o Concílio, tal como disse Guilherme II da Áustria: “Ich habe es nicht gewollt”, ou seja, eu não queria isso (Primeira Guerra Mundial). Mas certamente nem todos eles não queriam a Neoigreja, e os “poderosos e influentes” [“movers and shakers”] a queriam. O senhor não pode pensar que a “nova igreja”, como o senhor mesmo a chama, saiu do Concílio por acidente! Estude livros sobre o Concílio, como “O Reno se Lança no Tibre”, de Raplh Wiltgen. O Concílio foi uma luta época, e os católicos perderam.

E se a Neoigreja é fruto de uma minoria conspiradora que conduz uma massa de cardeais, bispos, sacerdotes e leigos em direção a ela, que assistem a muita televisão e não rezam o suficiente, o senhor realmente acha que “discussão teológica livre e aberta” resolva o problema? Meio ano antes de morrer, o Arcebispo Lefebvre disse que o verdadeiro problema com o Vaticano II não era nem mesmo os grandes erros identificáveis como a liberdade religiosa, a colegialidade e o ecumenismo, mas um subjetivismo onipresente que esvazia a doutrina católica de toda sua força objetiva e assim dissolve a Igreja Católica. E a questão não é se o Arcebispo disse isso, mas se isso é verdade. E é rotundamente verdadeiro. A mente do homem moderno foi reduzida a mingau, por sua própria culpa, e pela Maçonaria em particular. Excelência, o senhor conhece algo sobre a Maçonaria, ou pensa, como tantas almas pobres foram induzidas a pensar, que é uma organização inofensiva de bons samaritanos, injustamente caluniada?

Entre 2009 e 2011, houve meia dúzia de sessões de “debate teológico livre e aberto” entre quatro teólogos de Roma e quatro da FSSPX (antes de sua traição pelo Capítulo Geral de 2012). Resultado? Nada! Menzingen prometeu que publicaria o conteúdo das discussões. Nós ainda estamos aguardando. Para agradar a Roma, alguém dentro da FSSPX quer varrer a Tradição para baixo do tapete!

Kyrie eleison.


Traduzido por Cristoph Klug.